É o amor que tudo reluz, um toca ou não toca,
não vejo saída. Já ceguei meus olhos, ja vedei minha boca. Só falta a minha
garganta, que fala tantas asneiras quando os ossos se separam. Os quero juntos,
ah! garganta, que aguenta minhas palavras, pois então aguente meu peso!
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