Então ele olhou-a deitada com ternura, abriu um sorriso e aconchegou seu travesseiro. Não cobriu-a com lençol, mas com amor.
- Pudera eu renovar a face sadia, não mais que alva, e o brilho dos olhos que vêm apodrecendo-se por dentro, que a cada dia morre em mim, morre junto de mim. – disse ela balbuciando.
- Não se morre duas vezes, mas vive-se quantas quiser
Nenhum comentário:
Postar um comentário