Desviava o rosto para não afogar-se no olhos dela, perfeitos círculos que insistia em escapar. Desviando o rosto, desviava também a alma,entalhada de beatitudes. E quando a noite cai, turva que só ela, os sonhos atormentam seus pensamentos mais vibrantes e todos os desvios tornam-se inúteis. É quando ele abre os olhos e percebe toda quimera e desvia de novo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário