domingo, 31 de julho de 2011

Ciclo

Desviava o rosto para não afogar-se no olhos dela, perfeitos círculos que insistia em escapar. Desviando o rosto, desviava também a alma,entalhada de beatitudes. E quando a noite cai, turva que só ela, os sonhos atormentam seus pensamentos mais vibrantes e todos os desvios tornam-se inúteis. É quando ele abre os olhos e percebe toda quimera e desvia de novo.

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