Dos pensamentos descrentes
Que se enrroscam em mentes
Dos estranhos, loucos inconsequentes
Dos lúcidos, céticos e independentes.
Das sabedorias desconhecidas
Um pássaro, um sabor, uma vida
Não há um que desacredita
Na desventura da vida bonita.
Que céus sejam louvados
Por si só consagrados
E por opção, serem amados.
Que todos os pensamentos descrentes,
Assim sejam benevolentes
Embarquem em navios por todas as mentes.
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