quarta-feira, 7 de abril de 2010

22:05

Dos pensamentos descrentes
Que se enrroscam em mentes
Dos estranhos, loucos inconsequentes
Dos lúcidos, céticos e independentes.

Das sabedorias desconhecidas
Um pássaro, um sabor, uma vida
Não há um que desacredita
Na desventura da vida bonita.

Que céus sejam louvados
Por si só consagrados
E por opção, serem amados.

Que todos os pensamentos descrentes,
Assim sejam benevolentes
Embarquem em navios por todas as mentes.

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