Peço-lhe que não ame por demais
Que adore normalmente
Os adornos que a ela pertence
Mas que não sejam banais.
Peço-lhe que não lhe mostre as estrelas
Mas nem que lhe apresente a escuridão
Às vezes pica-lhe com a caldoneira
Do que com a flecha que tens nas mãos.
Guarde a visão do céu para minha chegada
Nele as estrelas estarão entrelaçadas
O refúgio mais duradouro qualquer
E todas as felicidades que vier.
E se não guardares o céu para a visão
Com a mesma flecha que tens nas mãos
O céu dançará nas lágrimas perdidas
De um amor à ela que foi em vão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário